terça-feira, 3 de março de 2009

Paciência por Arnaldo Jabor



"Ah! Se vendessem paciência nas farmácias e supermercados...
Muita gente iria gastar boa parte do salário nessa mercadoria tão rara hoje em dia. Por muito pouco a madame que parece uma "lady" solta palavrões e berros que lembram as antigas "trabalhadoras do cais"...
E o bem comportado executivo? O "cavalheiro" se transforma numa "besta selvagem" no trânsito que ele mesmo ajuda a tumultuar... Os filhos atrapalham, os idosos incomodam, a voz da vizinha é um tormento, o jeito do chefe é demais para sua cabeça, a esposa virou uma chata, o marido uma "mala sem alça". Aquela velha amiga uma "alça sem mala", o emprego uma tortura, a escola uma chatice. O cinema se arrasta, o teatro nem pensar, até o passeio virou novela. Outro dia, vi um jovem
reclamando que o banco dele pela internet estava demorando a dar o saldo, eu me lembrei da fila dos bancos e balancei a cabeça, inconformado... Vi uma moça abrindo um e-mail com um texto maravilhoso e ela deletou sem sequer ler o título, dizendo que era longo demais.
Pobres de nós, meninos e meninas sem paciência, sem tempo para a vida, sem tempo para Deus. A paciência está em falta no mercado, e pelo jeito, a paciência sintética dos calmantes está cada vez mais em alta.
Pergunte para alguém, que você saiba que é "ansioso demais" onde ele quer chegar? Qual é a finalidade de sua vida? Surpreenda-se com a falta de metas, com o vago de sua resposta. E você? Aonde você quer chegar? Está correndo tanto para quê? Por quem? Seu coração vai agüentar? Se você morrer hoje de infarto agudo do miocárdio o mundo vai parar? A empresa que você trabalha vai acabar? As pessoas que você ama vão parar? Será que você conseguiu ler até aqui? Respire... Acalme-se... O mundo está apenas na sua primeira volta e, com certeza, no final do dia vai completar o seu giro ao redor do sol, com ou sem a sua paciência...

NÃO SOMOS SERES HUMANOS PASSANDO POR UMA EXPERIÊNCIA ESPIRITUAL...
SOMOS SERES ESPIRITUAIS PASSANDO POR UMA EXPERIÊNCIA HUMANA..."

Arnaldo Jabor

Não Desperdiçar As Oportunidades Da Crise



"Face ao cataclismo econômico-financeiro mundial se desenham dois cenários: um de crise e outro de tragédia. Tragédia seria se toda a arquitetura econômica mundial desabasse e nos empurrasse para um caos total com milhões de vítimas por violência, fome e guerra. Não seria impossível, pois o capitalismo, geralmente, supera as situações caóticas mediante a guerra. Ganha ao destruir e ganha ao reconstruir. Somente que hoje esta solução não parece viável, pois uma guerra tecnológica liquidaria com a espécie humana; só cabem guerras regionais sem uso de armas de destruição em massa.
Outro cenário seria de crise. Para ela, não acaba o mundo econômico, mas este tipo de mundo, o neoliberal. O caos pode ser criativo, dando origem a outra ordem diferente e melhor. A crise teria, portanto, uma função purificadora, abrindo espaço para uma outra oportunidade de produção e de consumo"

Leonardo Boff

É Possível Ser Feliz Num Mundo Infeliz?



"Estar feliz é um momento. Ser feliz é a um estado prolongado. Este se prolonga porque sempre é recriado e alimentado. Alguém pode estar feliz sendo infeliz. Quer dizer, tem um momento intenso de felicidade (momento) como o reencontro com um irmão que escapou da morte. Como pode ser feliz (estado) sem estar feliz (momento), quer dizer, sem que algo lhe aconteça de arrebatador.
Não podemos calar a pergunta: como ser feliz num mundo infeliz? Mais da metade da população mundial é sofredora, vivendo abaixo do nível da pobreza. Há terremotos, tsunamis, furacões, inundações e secas.
No Brasil apenas 5 mil famílias detém 46% da riqueza nacional. No mundo 1125 bilionários individuais possuem riqueza igual ou superior à riqueza do conjunto de paises onde vive 59% da humanidade. O aquecimento global evocou o fantasma de graves ameaças à estabilidade do planeta e ao futuro da humanidade. Diante deste quadro, é possível ser feliz? Só podemos ser felizes junto com outros.
Importa reconhecer que estas contradições não invalidam a busca da felicidade. Ela é permanente embora pouco encontrada. Isso nos obriga a fazer um discurso critico e não ingênuo sobre as chances de felicidade possível.
Na reflexão anterior sobre o mesmo tema, enfatizamos o fato de que a felicidade sustentável é somente aquela que nasce do caráter relacional do ser humano. Em seguida, é aquela que aprende a buscar a justa medida nas contradições da condição humana. Feliz é quem consegue acolher a vida assim como ela é, escrevendo certo por linhas tortas. Aprofundando a questão, cabe agora refletir sobre o que significa ser feliz e estar feliz. Foi Pedro Demo, a meu ver, uma das cabeças mais bem arrumadas da inteligência brasileira, que entre nós melhor estudou a “Dialética da Felicidade”(3 tomos, 2001). Ele distingue dois tempos da felicidade e nisso o acompanhamos: o tempo vertical e o tempo horizontal. O vertical é o momento intenso, extático e profundamente realizador: o primeiro encontro amoroso, ter passado num concurso difícil, o nascimento do primeiro filho. A pessoa está feliz. É um momento que incide, muito realizador, mas passageiro.
E há o momento horizontal: é o que se estende no dia a a dia, como a rotina com suas limitações. Manejar sabiamente os limites, saber negociar com as contradições, tirar o melhor de cada situação: isso faz a pessoa ser feliz.
Talvez o casamento nos sirva de ilustração. Tudo começa com o enamoramento, a paixão e a idealização do amor eterno, o que leva a querer viver junto. É a experiência de estar feliz. Mas, com o passar do tempo, o amor intenso dá lugar à rotina e à reprodução de um mesmo tipo de relações com seu desgaste natural. Diante desta situação, normal numa relação a dois, deve-se aprender a dialogar, a tolerar, a renunciar e a cultivar a ternura sem a qual o amor se extenua até virar indiferença. É aqui que a pessoa pode ser feliz ou infeliz.
Para ser feliz na extensão temporal, precisa de invenção e de sabedoria prática. Invenção é a capacidade de romper a rotina: visitar um amigo, ir ao teatro, inventar um programa. Sabedoria prática é saber desproblematizar as questões, acolher os limites com leveza, saber rimar dor com amor. Se não fizer isso, vai ser infeliz pela vida afora.
Estar feliz é um momento. Ser feliz é a um estado prolongado. Este se prolonga porque sempre é recriado e alimentado. Alguém pode estar feliz sendo infeliz. Quer dizer, tem um momento intenso de felicidade (momento) como o reencontro com um irmão que escapou da morte. Como pode ser feliz (estado) sem estar feliz (momento), quer dizer, sem que algo lhe aconteça de arrebatador"

Leonardo Boff

Crise Segundo Einstein



"Não pretendemos que as coisas mudem, se sempre fazemos o mesmo.
A crise é a melhor benção que pode ocorrer com as pessoas e países, porque a crise traz progressos.
A criatividade nasce da angústia, como o dia nasce da noite escura.
É na crise que nascem as invenções, os descobrimentos e as grandes estratégias.
Quem supera a crise, supera a si mesmo sem ficar "superado".
Quem atribui à crise seus fracassos e penúrias, violenta seu próprio talento e respeita mais aos problemas do que as soluções.
A verdadeira crise, é a crise da incompetência.
O inconveniente das pessoas e dos países é a esperança de encontrar as saídas e soluções fáceis. Sem crise não há desafios, sem desafios, a vida é uma rotina, uma lenta agonia.
Sem crise não há mérito.
É na crise que se aflora o melhor de cada um.
Falar de crise é promovê-la, e calar-se sobre ela é exaltar o conformismo.
Em vez disso, trabalhemos duro.
Acabemos de uma vez com a única crise ameaçadora, que é a tragédia de não querer lutar para superá-la"

Albert Einstein

segunda-feira, 2 de março de 2009

O Paradoxo do nosso tempo



Nós bebemos demais, fumamos demais, gastamos sem critérios, dirigimos rápido demais, ficamos acordados até muito mais tarde, acordamos muito cansados, lemos muito pouco, assistimos TV demais e rezamos raramente.
Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores.

Nós falamos demais, amamos raramente, odiamos freqüentemente.

Aprendemos a sobreviver, mas não a viver; adicionamos anos à nossa vida e não vida aos nossos anos. Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldade em cruzar a rua e encontrar um novo vizinho.

Conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio.

Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores. Limpamos o ar, mas poluímos a alma; dominamos o átomo, mas não nosso preconceito; escrevemos mais, mas aprendemos menos; planejamos mais, mas realizamos menos.

Aprendemos a nos apressar e não, a esperar.

Construímos mais computadores para armazenar mais informação, produzir mais cópias do que nunca, mas nos comunicamos menos. Estamos na era do 'fast-food' e da digestão lenta; do homem grande de caráter pequeno; lucros acentuados e relações vazias.

Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados. Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis, das rapidinhas, dos cérebros ocos e das pílulas 'mágicas'. Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na despensa. Uma era que leva essa carta a você, e uma era que te permite dividir essa reflexão ou simplesmente clicar 'delete'.

Lembre-se de passar tempo com as pessoas que ama, pois elas não estarão por aqui para sempre. Lembre-se de dar um abraço carinhoso num amigo, pois não lhe custa um centavo sequer. Lembre-se de dizer 'eu te amo' à sua companheira (o) e às pessoas que ama, mas, em primeiro lugar, ame... Ame muito.

Um beijo e um abraço curam a dor, quando vêm de lá de dentro.

O segredo da vida não é ter tudo que você quer, mas AMAR tudo que você tem!

Por isso, valorize o que você tem e as pessoas que estão ao seu lado.

George Carlim

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Índia - Rios Sagrados



Índia - Sistema de Castas



Um sistema que perpetua a superioridade racial dos brâmanes e outras castas mais altas sobre a maioria. Fundamental para o hinduísmo, influencia toda a estrutura social e religiosa da Índia. A descriminação de casta é proibida pela constituição, mas é socialmente importante para mais de 80% da população. Existe uma estimativa de 6.400 castas. Cada uma funciona na realidade como um grupo separado por causa das altas barreiras sociais que as separam.
* Castas alta 15,4%. Brâmanes; a casta sacerdotal.
* Castas atrasadas 56,6%.
* Castas regulares ou Dalits 18,1%. (Também conhecidos como os fora das castas, intocáveis, harijan). Geralmente destituídos, subjugados e explorados.
* Tribais ou Advasi 9,5%. Tribos suplementares que algumas vezes não são considerados parte da estrutura de castas, mas geralmente são influenciados pelo pensamento de casta.
* Outros 0,4%. Que não são considerados parte do sistema de castas. Sirios (cristãos) e refugiados Afegãos, iranianos e outros.
Embora a palavra "casta" tenha sido introduzida pelos portugueses por volta do século XV d.C., a principal característica do sistema surgiu no final do período védico. Dois termos - "varna" e "jati" - são antigos termos usados na Índia para definir o sistema de castas, sendo gradativamente substituída por alguns pelo termo casta.
Varna
Literalmente quer dizer "cor". Por volta de 600 a.C., este tinha-se tornado um padrão de classificação da população. A pele clara dos arianos os distinguia dos primeiros habitantes da Índia, que tinham a pele escura. O "varna" é uma divisão social hindu, que divide em quatro categorias a sociedade:
* Brâmanes (brahmins) eram visto como vindos da boca de Brahma;
* Kshatriyas (ou Rajputs como eles são geralmente chamados no noroeste da Índia) como guerreiros, vindo dos braços de Brahma;
* Vaishyas, uma comunidade de comerciantes, vindo das coxas de Brahma;
* Sudras, classificados como agricultores, vindo dos pés de Brahma.
Relegados para fora da civilizada sociedade hindu estavam os intocáveis ou pária (fora da casta), que recebiam apenas os serviços que eram considerados impuros ou imundos, geralmente associados com os mortos (homens ou animais) ou com excrementos.
Jati
Muitos brâmanes e Rajputs estão cônscios de seu status dentro do "varna", mas muitos indianos não querem se colocar dentro de uma das quatro categorias do "varna", mas dentro de um grupo "jati".
Existem milhares de diferentes grupos jatis em toda Índia. Nenhum destes grupos se considera como igual em status à qualquer outro grupo, mas todos são partes de uma hierarquia local ou regional. Estes não são organizados em qualquer sentido institucional, e tradicionalmente não havia um registro formal do status da casta. Enquanto indivíduos acham impossível mudar de casta ou subir na escala social, grupos algumas vezes tentariam ganhar reconhecimento como mais alta casta pelo adoção de práticas dos Brâmanes (Brahmins) tais como tornar-se vegetariano. Muitos costumavam ser identificados com atividades particulares e ocupações costumavam ser hereditárias. O membro de uma casta é definido simplesmente pelo nascimento. Todavia pode se ser evitado por sua casta, geralmente por desobediência as regras das castas, tal como casamento desfeito. Como não se pode fazer parte de outra casta, tecnicamente esta pessoa se torna um sem casta ou pária. E em muitos lugares, principalmente no interior, isto pode significar que esta pessoa não poderá continuar a trabalhar e a conviver entre eles.

Índia - Situação Religiosa



Diversidade Religiosa da Índia:

Hinduísmo: Em nenhum outro país, a política e a fé se apresentam tão misturadas quanto na Índia. Berço de algumas das maiores religiões do mundo, como hinduísmo e budismo. O hinduísmo é a religião majoritária da Índia e representa 79,83% da população. Em termos do número de adeptos, é a maior religião da Ásia e uma das mais antigas crenças existentes. O hinduísmo popular é extremamente idolatra com um panteão de 33 milhões de deuses e 250 milhões de vacas sagradas. O hinduísmo tem muitos livros sagrados e prega que todos passam por uma série de nascimentos ou reencarnações, que eles chamam de "samsâra" (transmigração da alma) e que segundo eles conduzem à "salvação espiritual". A cada nascimento, você pode se aproximar ou se distanciar da iluminação, dependendo do seu karma.
A religião hindu tem três práticas básicas: são puja ou adoração, a cremação dos mortos e as regras do sistema de castas. O hinduísmo não é uma religião proselitista já que não se é convertido: nasce-se ou não hindu.
Muçulmanos: Os muçulmanos são cerca de 12,50% da população (eles dizem ser 14%). Há mais de 126 milhões de muçulmanos na Índia, o que faz do país o segundo maior país muçulmanos do mundo, atrás somente da Indonésia. O islamismo é a religião dominante nos países vizinhos ao Paquistão e Bangladesh, e há uma maioria muçulmana em Jammu e Kashmir. A influência muçulmana na Índia é particularmente marcante no campo da arquitetura, das artes e da culinária.
Sikhs: Os Sikhs 1,92% (mistura de islamismo e hinduísmo). Há 19 milhões de sikhs no país e eles ficam predominantemente no Punjab. A religião foi criada para reunir o melhor do hinduísmo e do islamismo. Suas bases são similares, mas os sikhs são contra as distinções das castas. O santuário sagrado da religião sikh é o seu Templo Dourado, em Amritsar. Budistas: São 0,8%. O budismo foi fundado no norte da Índia em aproximadamente 500 a.C. e espalhou-se rapidamente quando o imperador Ashoka o abraçou, mas foi gradualmente reabsorvido pelo hinduísmo. Hoje os hindus têm no Buda uma outra encarnação do deus hindu Vishnu. Há agora apenas 8,1 milhões de budistas na Índia, e importantes locais budistas no norte, como Bodhgaya, Sarnath (perto de Varanasi) e Kushinagar (perto de Gorakhpur) são conhecidos locais de peregrinação.
Jains: São 0,35%. A religião jainista começou como uma tentativa de reformar o hinduísmo bramânico. Foi criada simultaneamente ao budismo, e por muitas das mesmas razões. Os jainistas são agora apenas 3,5 milhões aproximadamente e estão predominantemente no oeste e sudoeste da Índia. A religião nunca encontrou adeptos fora da Índia. Os jainistas acreditam que o universo é infinito e não foi criado por uma divindade. Eles crêem também em reencarnação e salvação espiritual, se for seguido o caminho dos profetas jainistas.
Parsis: São 0,02% na Índia e em rápido declínio. Os primeiros zoroastrianos chegaram na costa oeste da Índia em 936 d.C., forçados a sair de sua terra natal no Irã pela perseguição da invasão árabe islâmica. Até 1477 d.C. eles perderam todos contatos com o Irã e nos últimos 300 anos eles tem mantido contato com zoroastrianos persas através de continua troca de cartas. Embora eles sejam uma pequena minoria, aproximadamente 150.000, regularmente nas cidades eles estão concentrados. Eles tem tido uma proeminente influência econômica e social, especialmente no oeste da Índia. Uma das maiores e mais tradicionais indústrias da Índia "Tatas" pertencem aos parsis.

Índia



A Índia é uma verdadeira torre de Babel. Não há uma língua indiana que unifique todo o país, e em parte por isso o inglês é ainda muito falado, mais de meio século depois que a Inglaterra saiu da Índia. A língua é um assunto altamente politizado, pois muitas fronteiras foram definidas segundo zonas lingüísticas. Grandes esforços foram feitos para fazer do hindi uma língua nacional e gradualmente substituir o inglês. Um impeditivo a este plano é que, enquanto o hindi é predominante ao norte, é menos presente em relação às línguas dravidianas do sul. Lá, poucas pessoas falam hindi. A classe alta indiana se agarra ao inglês como a língua da elite, exibindo-a como símbolo de status e passaporte para os negócios internacionais.
Línguas (Sub-linguas) e População:
Hindi (49) é falado por 407.9 milhões de pessoas cerca de 40% da população, mas é entendido por cerca de 75%; Bengali (5) 84.2 milhões; Telugu (3) 79.8 milhões; Marathi (2) 75.5 milhões; Tamil (4) 64.1 milhões; Urdu (2) 52.5 milhões; Gujarati (4) 49.2 milhões; Kannada (3) 39.6 milhões; Malayalam (3) 36.4 milhões; Oriya (6) 33.9 milhões; Panjabi (5) 28.1 milhões; Assamese (2) 15.9 milhões; Sindhi (3) 2.5 milhões; Nepali (2) 2.5 milhões; Konkani (3) 2.1 milhões; Manipuri (2) 1.5 milhões; Kashmiri (3) 68.000; Sanskrit (2) 59.000.